• Onde Judas Roubou As Botas

    Onde Judas Roubou As Botas

    ★★★

    Por fim, saindo da super exposição de luzes e de uma trama complexa e agitada, vamos para o interior de Minas Gerais, “Onde Judas Roubou As Botas”, uma cidade pequena em que um grupo de jovens utiliza da criatividade cinematográfica para trazer uma vida nova e novo significado para eventos já estabelecidos na região.

  • If I'm Here It Is by Mystery

    If I'm Here It Is by Mystery

    ★★★

    Partindo do minimalismo para o maximalismo de “Se Eu Tô Aqui é Por Mistério”, um curta de ficção queer que utiliza dos ótimos efeitos para criar um grupo de bruxas que combate os que dizem defender a verdade.

  • Viventes

    Viventes

    ★★

    “Viventes” mostra como um fato pequeno pode representar muito, uma simples impressão de currículo pode despertar memórias e dores por muito enterrados.

  • Eu fui assistente do Eduardo Coutinho

    Eu fui assistente do Eduardo Coutinho

    ★★★½

    Já na última sessão, quatro curtas que compõem a Mostra Foco, partem de caminhos e abordagens quase distintas. Em “Eu fui assistente do Eduardo Coutinho” Allan Ribeiro utiliza de imagens de arquivo e suas memórias de quando foi assistente de Eduardo Coutinho. Por mais que o título indique outra coisa, o ponto principal é resgatar a importância do documentarista e de como seus filmes foram importantes para todos que conheceram seus trabalhos.

  • Apples in the Dark

    Apples in the Dark

    ★★★½

    Na segunda exibição conhecemos o dramaturgo Edson Aquino. Uma equipe de documentaristas está acompanhando seu processo e a produção de sua próxima peça. A partir de uma abordagem crua e sem amarras, sua vida é registrada, suas dores abertas e seus sucessos questionados. O bom humor aqui é muito bem explorado, Edson e seu desprendimento são fundamentais para criar um ambiente em que o espectador se identifique e crie um laço de carinho.

  • Bye Bye Amazônia

    Bye Bye Amazônia

    ★★★½

    Em seu novo filme, Bye Bye Amazônia, um documentário ensaístico sobre o passado recente e o presente da floresta, Neville D’Almeida retrata a importância do local para o mundo e como a mesma está sendo destruída diariamente sem nenhuma medida eficaz. Pelo contrário, os que deveriam proteger estão patrocinando seu fim.

    Em um comentário que antecipa as sessões aqui em Tiradentes, o diretor já deixa claro: “Essa é uma abordagem que ainda não foi feita” e é possível perceber isso…

  • Quando Aqui

    Quando Aqui

    ★★★★½

    Já no momento mais esperado, o público teve o prazer de assistir dois médias metragens dirigidos por André Novais. O primeiro, “Roubar um Plano”, em parceria com o cineasta paulista Lincoln Péricles, e o segundo “Quando Aqui” , um curta feito em tempo recorde – menos de 1 mês – produzido especialmente para a mostra. Em ambos nota-se a leveza e a beleza sempre imposta pela câmera de André, mesmo em território menos pessoal (São Paulo) quanto para o lugar…

  • Roubar um Plano

    Roubar um Plano

    ★★★½

    Já no momento mais esperado, o público teve o prazer de assistir dois médias metragens dirigidos por André Novais. O primeiro, “Roubar um Plano”, em parceria com o cineasta paulista Lincoln Péricles, e o segundo “Quando Aqui” , um curta feito em tempo recorde – menos de 1 mês – produzido especialmente para a mostra. Em ambos nota-se a leveza e a beleza sempre imposta pela câmera de André, mesmo em território menos pessoal (São Paulo) quanto para o lugar mais identificável em sua filmografia, sua casa de infância.

  • The Station

    The Station

    ★½

    Na última sessão, Cristina Maure transforma as linhas férreas de Minas Gerais em um espaço de encontros e descobertas. Na estação de Vila Clemência, Sofia, na espera do próximo trem, se vê obrigada a conviver com pessoas que passam pela mesma situação em um hotel da Companhia Ferroviária. “A Estação” retrata paciência e empatia, a importância do esperar e de confrontar os medos.

  • All That You Could Be

    All That You Could Be

    ★★½

    Já no segundo longa, Tudo o que você podia ser, dirigido por Ricardo Alves Jr. e integrante da Mostra Autorais, o espectador é transportado para a capital de Minas Gerais e conhece quatro amigas. Por mais que suas histórias muitas vezes sejam contadas separadamente, o mais importante aqui é o retrato singelo sobre o companheirismo e a importância do outro como suporte.

  • A Strange Path

    A Strange Path

    ★★★★

    Compondo a Mostra Autorais, Guto Parente com sua mais nova criação “Estranho Caminho”, apresentou uma obra sobre fantasmas e perdas, a nostalgia e o poder da reconciliação. Assim como seu parceiro em “Inferninho”, Pedro Diógenes apresenta um filme comentando a relação entre um pai ausente e seu filho.

    Se em “A Filha do Palhaço” Pedro utiliza da figura paterna para criar um ambiente de acolhimento, Guto Parente cria um lugar menos amigável para o filho David, interpretado por Lucas Limeira.…

  • The Devil to Pay in the Backlands

    The Devil to Pay in the Backlands

    ★★★½

    Para fechar a noite foi a vez de Bia Lessa trazer sua releitura de Grande Sertão: Veredas, com a obra “O Diabo na Rua no Meio do Redemunho”. Depois de apresentar a peça para o Brasil, foi a vez do cinema receber sua leitura impactante, utilizando de cenário único e elenco enxuto. Riobaldo (Caio Blat) e Diadorim (Luiza Lemmertz) têm uma nova oportunidade de expressarem seus desejos.