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    Vendémiaire

    VENDÉMIAIRE
    por Jean-Luc Godard

    (Gazette du Cinéma N⁰5, novembro de 1950. Assinado com o pseudônimo Hans Lucas)


    Sabemos que Abel Gance e Louis Feuillade são os únicos metteurs en scène que a França poderia comparar a Griffith. Não é de muita importância saber quem inventou o close-up, a profundidade de campo ou a panorâmica, mas vemos que, por volta dos anos 10, desenvolveu-se uma aguçada noção dos problemas de mise en scène que foram negados e contraditos, mas jamais superados.…

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    The Crimson Curtain

    LITERATURA E CINEMA
    por Jean Domarchi

    (“Littérature et Cinéma”, Cahiers du Cinéma N°18, pp. 15-20, março de 1953)

    Os autores de filmes sempre se inspiraram em obras literárias que, no princípio, eram alheias a toda preocupação cinematográfica. O êxito ou o insucesso de tentativas do tipo não deixam de suscitar problemáticas preocupantes, pois não parece óbvio que uma obra-prima literária deva, necessariamente, dar origem a um grande filme. Pareceria até, a priori, que as chances de fracasso são, em tais…

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    Vertigo


    A HÉLICE E A IDEIA
    por Éric Rohmer

    (“L' hélice et l'idée”, Cahiers du Cinéma N°93, março de 1959)

    “Ele mesmo, por si mesmo, consigo mesmo, sendo sempre uniforme”

    Platão ¹

    Teríamos muito bem perdoado Alfred Hitchcock por sequenciar o austero “O Homem Errado” com um trabalho mais leve, mais como um apelo ao público. Essa talvez tenha sido sua intenção quando decidiu trazer o romance de Boileau e Narcejac, “D’entre les morts”, à tela. No entanto, a natureza esotérica…

  • Citizen Kane

    Citizen Kane

    (O filme selecionado para representar este artigo de André Bazin não possui relações estritas com o texto)

    DA POLÍTICA DOS AUTORES
    por André Bazin

    (‘De la politique des auteurs’, Cahiers du Cinéma N°70, abril de 1957)

    “Goethe? Shakespeare? Tudo associado aos seus nomes deve ser supostamente bom, e as pessoas quebram a cabeça tentando achar beleza nas coisas mais tolas que eles conseguiram estragar. Todos os grandes talentos, como Goethe, Shakespeare, Beethoven, Michelangelo, criaram não somente belas obras, mas coisas…