The Exterminating Angels ★★★★★

Brisseau denuncia seu próprio voyeurismo compulsório e seu desejo incansável pelo rompimento da moral através do caos do sexo. O diretor reafirma um cinema sem limites ou barreiras para sustentar desejos reprimidos que ganham vida através de corpos em seu estado mais bruto de excitação. Não há limites também entre verdade e mentira, tudo isso se torna obsoleto sob o olhar de quem observa através da fechadura porta, ou da câmera que captura cada detalhe.

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