Eduardo Bolzan

Eduardo Bolzan

quem tiver de sapato não vai sobrar.
os 4 favoritos são os últimos grandes filmes assistidos.

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  • A Better Tomorrow II

    A Better Tomorrow II

    Ainda que não tenha a força do primeiro, que os personagens sejam pouco explorados e que na maior parte do tempo tudo pareça apenas um amontoado de ideia, quando o banho de sangue começa tudo se encaixa. No mundo construído por John Woo tudo está em constante rota de colisão e destruição: o cara que não quer mais se meter com o crime, o policial que só quer resolver o seu caso e o irmão do outro lado do mundo gerenciando um restaurante têm, inevitavelmente, que prestar contas uma hora, por mais cruel que isso seja.

  • Watching the Pain of Others

    Watching the Pain of Others

    o mal do século é mediado pelo desktop. chloé anda em círculos porque essa é a lógica da internet: de link em link, de um vídeo para outro, por horas e horas sem nunca chegar a algum lugar para concluir que, a depender do recorte, todos são paranóicos, doentes ou simplesmente pessoas normais. nenhum personagem parece real, nenhuma dor parece de verdade. empatia produzida sob demanda para quem vive de like. é assim e sempre vai ser.

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  • Isle of Flowers

    Isle of Flowers

    Em um de seus especiais de comédia George Carlin dedica uns bons minutos falando sobre políticos usarem “Deus abençoe a América” em discursos, geralmente após declararem guerra a outro país. Um slogan vazio mas que serve muito bem para mostrar como a religião segue sendo usada como desculpa para quase todo conflito entre povos. Ou, segundo Carlin, para mostrar como o meu Deus tem o pau maior que o seu Deus.

    E é então logo nos primeiros segundos de Ilha…

  • Elena

    Elena

    "Se ela me convence que a vida não vale a pena, tenho que morrer com ela."

    Ao visitar seu passado, é impossível que não pensemos no que faríamos diferente. Mas tudo fica mais complicado quando tentamos descobrir o que poderíamos ter feito por aquela pessoa que perdemos. Uma palavra de conforto, um abraço ou até mesmo uma declaração.
    Petra Costa foi corajosa e mergulhou em um passado que muitos correriam, criando uma poesia de 88 minutos. É sensível, emocionante e expõe as feridas que todos temos (ou teremos). Uma Obra-Prima.