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  • Mirror

    Mirror

    ★★★★★

    Cependant, je m’avisai au bout d’un moment, après avoir pensé à ces résurrections de la mémoire, que, d’une autre façon, des impressions obscures avaient quelquefois, et déjà à Combray du côté de Guermantes, sollicité ma pensée, à la façon de ces réminiscences, mais qui cachaient non une sensation d’autrefois mais une vérité nouvelle, une image précieuse que je cherchais à découvrir par des efforts du même genre que ceux qu’on fait pour se rappeler quelque chose, comme si nos plus…

  • The Satin Slipper

    The Satin Slipper

    ★★★★★

    O filme inicia registrando o público a adentrar a sala de teatro, ocupando os seus assentos e acomodando-se para assistir à peça, como metáfora materialista da representação. Trata-se, entretanto, somente de metáfora: não estamos nós a assistir a uma peça, mas a um filme, de modo que o ato de se chamar a atenção para as suas condições materiais opera somente dentro da diegese fílmica. Dentro dela, o público observa o apresentador introduzindo brevemente a situação e indicando a tela…

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  • The Irishman

    The Irishman

    ★½

    1. The Irishman é decupado basicamente em torno de um plano de situação (geral), campo e contracampo (closes). É um esquema elementar (utilizado especialmente de maneira extensiva na televisão dos anos 90, mas corrente na história do cinema). É uma ferramenta básica que garante a continuidade sequencial preservando a referência espacial ao espectador, sem exigir um trabalho muito apurado de encenação. Não tem por si só qualquer valor intrínseco (como toda e qualquer possibilidade formal, que só deve ser avaliada…

  • Wolfram, a Saliva do Lobo

    Wolfram, a Saliva do Lobo

    ★★★★★

    We do not measure our work by the yardstick of beauty, we do not weigh it on the scales of tenderness and feeling. The plumb line in hand, the look accurate as a ruler, the mind rigid as a compass, we are building our works as the universe builds. This is why, when we represent objects, we are tearing up the labels their owners gave them, everything that is accidental and local, leaving them with just their essence and their permanence, to bring out the rhythm of the forces that hide in them.

    Antoine Pevsner e Naum Gabo