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  • Symbiopsychotaxiplasm: Take One

    Symbiopsychotaxiplasm: Take One

    ★★★★★

    “I never say goodbye, I like to say so long.”

    O diário emocional de uma filmagem como forma de encenação. A partir do drama mais corriqueiro, duas pessoas conversando, esgarçar o que isso diz sobre comportamentos de relações, sobre o senso de comunidade ao discutir, as farsas sociais que homens e mulheres constroem pra si, a política do espaço contaminado pela ficção. Como propor o diálogo como base elementar do cinema, entre atores e diretor, entre equipe e diretor, entre…

  • The Woman Who Ran

    The Woman Who Ran

    ★★★★½

    As esperas e os entreatos das mulheres a um futuro de largar as relações que a incomodam nas minúcias - com os homens que falam apenas em três cenas, que são uma sombra distante. Preciso como o habitual pro Hong, misterioso e lacunar como poucas vezes. Nas insuficiências e no refúgio de uma Seul do passado silenciosa e um tanto escondida, Kim Min-hee espera se tornar também a mulher que escapou.

    (Vou ver se volto a logar os filmes que to vendo, quarentena me fez largar um tanto o letterboxd)

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  • Comrades: Almost a Love Story

    Comrades: Almost a Love Story

    ★★★★★

    "Há muito tempo nos apaixonamos por ela."

    Amar como um ato de compartilhar identidade cultural. O gesto e o olhar que geram uma memória, um acúmulo de momentos juntos que permanecem a mais bonita forma de estar no mundo.

  • Roma

    Roma

    O Pântano de Lucrecia Martel sob o filtro do realismo social consciente do fato que seus privilégios podem virar linguagem e poéticas oportunistas, a dinâmica de exploração da crueldade de um momento sociopolítico delicado de um país em troca de lágrimas cínicas. A cada opção dramática interessante (o arco do pai, as empregadas que conversam em Mixtec), uma encenação solene surge para desarmar qualquer peso de ambiguidade que exista na relação serventilista atrelada demais ao sentimental familiar. A violência quando…