Guilherme Martins

Guilherme Martins

Pro

Hoje, host no DETOUR, podcast sobre cinema de gênero.

Antes na Contracampo, Interlúdio, Paisa e diversos veículos para onde colaborei

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  • To Have and Have Not
  • They Live
  • Rio Bravo
  • Rope

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  • Three

    ★★★★

  • The Mission

    ★★★★★

  • Three

    ★★★★

  • The Mission

    ★★★★★

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  • Three

    Three

    ★★★★

    A segunda parte do nosso especial Johnnie To já está no Detour. Cobre a carreira de Johnnie To e a sua produtora Milkyway na sua época mais reconhecido no ocidente, entre 2000-2019, e debate seu estatuto de mestre veterano em THREE (2016). Quase 4 horas entre as duas partes, onde esperamos, eu e Filipe, termos sido justos como uma apresentação da carreira deste mestre do cinema.

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  • The Mission

    The Mission

    ★★★★★

    Fizemos um especial Johnnie To no DETOUR em duas partes. A Pt. 1 está no ar na maioria das plataformas de áudio, onde eu e Filipe Furtado conversamos sobre toda a primeira fase da carreira de To, a ascensão, a indústria de Hong Kong, a fundação da Milkyway, a geopolítica que envolve Hong Kong e, claro, sobre este filme maravilhoso, o THE MISSION. Convido todos a ouvir.

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  • Full Moon in Paris

    Full Moon in Paris

    ★★★★★

    Meu segundo Rohmer preferido dos anos 80, ainda creio que Pauline na Praia seja imbatível. Sobre sentimentos inevitáveis, a impossibilidade de uma expressão pura e justa ao próximo. Todos discursam, interpretam, versões ideais de si: a absoluta doçura de Luise, o intelectual 'garanhão' de Octave, a retidão de Remi. Desmontam-se em cena.

  • Arrival

    Arrival

    ★★½

    Os primeiros 50 minutos me soaram bastante curiosos, embora não tirem a impressão pessoal de que o Villeneuve é um cineasta pouco visual tentando arbitrar num mundo puramente estético. O imenso trabalho de Amy Adams e Jeremy Renner garante também um tanto do interesse, especialmente ela. Dali em diante me parece que o filme perde progressivamente em mistério e desfaz-se entre a encenação política obvia e a cafonice progressiva. A partir do momento em que a personagem de Amy compreende sua nova percepção do tempo, o filme parece uma versão menos talentosa dos recentes filmes do Terrence Malick.