Guilherme Martins

Guilherme Martins Pro

Hoje, host no DETOUR, podcast sobre cinema de gênero.

Antes na Contracampo, Interlúdio, Paisa e diversos veículos para onde colaborei

Favorite films

  • To Have and Have Not
  • They Live
  • Rio Bravo
  • Rope

Recent activity

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  • Escape from New York

    ★★★★★

  • High Fidelity

    ★★★½

  • One False Move

    ★★★★½

  • Gremlins 2: The New Batch

    ★★★★★

Recent reviews

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  • The Langoliers

    The Langoliers

    ★★★½

    Divertido rever este filme pela primeira vez no formato de minissérie e logo após a leitura do conto que deu origem a ele. O texto é melhor e a produção com cara de tv dos anos 90 pode assustar num primeiro momento, mas o Tom Holland segura a maior parte do trabalho com um bom elenco. No livro eu sinto que o capitão Engle é certamente mais protagonista e a minissérie distribui mais o tempo pelos personagens desde sua abertura. Dean Stockwell parece se divertir como uma espécie de Stephen King.

  • Cruising

    Cruising

    ★★★★★

    O Detour, meu podcast sobre cinema de gênero, esta de volta para mais um especial, desta vez relembrando a obra do lendário William Friedkin. Demos aquela relembrada na obra, debatendo nas pautas principais o CRUISING ao lado de VIVER E MORRER EM LOS ANGELES, dois de seus filmes mais decisivos. São 3h de conversa, saímos com a sensação que poderíamos seguir falando. Participam do programa como sempre Filipe Furtado, Francis Vogner dos Reis e temos a estreia do João Gabriel Villar da Cruz.

    Você ouve o Detour nas principais plataformas de áudio como Spotify, Apple e Google

Popular reviews

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  • Full Moon in Paris

    Full Moon in Paris

    ★★★★★

    Meu segundo Rohmer preferido dos anos 80, ainda creio que Pauline na Praia seja imbatível. Sobre sentimentos inevitáveis, a impossibilidade de uma expressão pura e justa ao próximo. Todos discursam, interpretam, versões ideais de si: a absoluta doçura de Luise, o intelectual 'garanhão' de Octave, a retidão de Remi. Desmontam-se em cena.

  • Arrival

    Arrival

    ★★½

    Os primeiros 50 minutos me soaram bastante curiosos, embora não tirem a impressão pessoal de que o Villeneuve é um cineasta pouco visual tentando arbitrar num mundo puramente estético. O imenso trabalho de Amy Adams e Jeremy Renner garante também um tanto do interesse, especialmente ela. Dali em diante me parece que o filme perde progressivamente em mistério e desfaz-se entre a encenação política obvia e a cafonice progressiva. A partir do momento em que a personagem de Amy compreende sua nova percepção do tempo, o filme parece uma versão menos talentosa dos recentes filmes do Terrence Malick.