Guilherme Martins

Hoje, host no DETOUR, podcast sobre cinema de gênero.

Antes na Contracampo, Interlúdio, Paisa e diversos veículos para onde colaborei

Favorite films

  • To Have and Have Not
  • They Live
  • Rio Bravo
  • Rope

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  • Dzi Croquettes

    ★★★

  • Ademã – A Vida e as Notas de Ibrahim Sued

    ★★

  • Near Dark

    ★★★★★

  • Gutshot Straight

    ★★½

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  • The Matrix Resurrections

    The Matrix Resurrections

    ★★★

    É irregular, mas todos os Matrix o são, então creio que faça parte do rocambole proposto os altos e baixos. Esse é uma auto-paródia com alguma inteligência que se aproveita bem da iconoclastia do blockbuster de 20 anos atrás pra rir, a sua forma, dos descaminhos da Hollywood do presente, o que torna natural o desgosto de grande parte deste público pelo filme. E acho que é possível dizer que a adesão aos filmes assinados pelas irmãs - ou apenas…

  • Malignant

    Malignant

    ★★½

    Acho que o filme alterna momentos de brilho com cenas horrorosas, mas é uma evolução real na carreira do James Wan, pois mesmo copiando e cuspindo referências é sem dúvida o filme menos acadêmico e corretinho de sua autoria. Copiar os outros é algo muito comum no exploitation e o fato do filme ser uma cópia principalmente do Frank Henenlotter não é algo que realmente me incomode, só não fui capaz de curtir tudo mesmo. Agora, gente do céu, como tanta gente propagou a ideia de que o filme é um neo-giallo?

Popular reviews

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  • Full Moon in Paris

    Full Moon in Paris

    ★★★★★

    Meu segundo Rohmer preferido dos anos 80, ainda creio que Pauline na Praia seja imbatível. Sobre sentimentos inevitáveis, a impossibilidade de uma expressão pura e justa ao próximo. Todos discursam, interpretam, versões ideais de si: a absoluta doçura de Luise, o intelectual 'garanhão' de Octave, a retidão de Remi. Desmontam-se em cena.

  • Arrival

    Arrival

    ★★½

    Os primeiros 50 minutos me soaram bastante curiosos, embora não tirem a impressão pessoal de que o Villeneuve é um cineasta pouco visual tentando arbitrar num mundo puramente estético. O imenso trabalho de Amy Adams e Jeremy Renner garante também um tanto do interesse, especialmente ela. Dali em diante me parece que o filme perde progressivamente em mistério e desfaz-se entre a encenação política obvia e a cafonice progressiva. A partir do momento em que a personagem de Amy compreende sua nova percepção do tempo, o filme parece uma versão menos talentosa dos recentes filmes do Terrence Malick.