Polar

Fruto de uma mistura caricata, bizarra e genérica de RED, Justiceiro e John Wick, Polar até tenta conquistar o público com doses cavalares de violência e hiper estilização, mas fica perdido em subtramas desnecessárias e reviravoltas sofríveis que se contentam em ser uma mera repetição.

Isso sem contar que o ritmo que não ajuda nem um pouco no fator diversão.

O começo é decente, a atuação contida e esforçada de Mads Mikkelsen adiciona alguns pontos e a cara de deboche de Katheryn Winnick (mal utilizada, mas se divertindo na sua beleza) se encaixa bem no contexto, mas nada disso consegue chegar nem perto de compensar a apatia de todo o resto. Principalmente aquele monólogo final sobre a morte que quase fez com que eu implorasse pra morrer só pra acabar com aquilo...

Chato, repetitivo e facilmente um dos piores do ano.