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  • Russian Ark

    Russian Ark

    Tecnicamente impressionante - um único longo take de hora e meia que envolveu dois mil actores e três orquestras -, narrativa e pedagogicamente uma completa nulidade para quem não tiver conhecimentos e conceitos pré-estabelecidos de momentos e figuras importantes específicas da história russa como, por exemplo, da imperatriz Catarina II, dos czares Nicolau I e II ou do cerco de três anos a Leninegrado. Guarda-roupa e espaços visualmente arrebatadores - o Palácio de Inverno do Hermitage de São Petersburgo com…

  • Hard Ticket to Hawaii

    Hard Ticket to Hawaii

    ★★

    Uma valente parzorro de mamas (naturais, nada de silicones) a arrancar dá o mote para o que vem de seguida: um filme com todos os elementos típicos de Andy Sidaris, diversão em estado animalesco puro, qual sonho molhado de acção e erotismo soft, sem regras, sem limites, sem qualquer tipo de coerência narrativa, sem sentido nem necessidade dele. Bonecas insufláveis e cobras gigantescas despachadas a tiro de torpedo, vilões a jogarem frisbee na praia enquanto seguram metralhadoras, missões secretas entregues…

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  • Sleepwalk

    Sleepwalk

    ★★★★½

    Belíssima curta-metragem de Filipe Melo. Da cinematografia à sonoplastia, dos actores às personagens, do simples mas estranho conceito - a procura por uma tarte de maça muito específica - ao final que desmonta de forma tão emocional todo o enigma, "Sleepwalk" é uma pérola rara num formato que tende a privilegiar ou a forma ou a substância, o capricho com a inexperiência, o talento com a falta de rigor. Aqui, tudo se une num jogo melancólico só possível num contexto norte-americano, onde o melhor e o pior da natureza humana se unem num só desfecho. Well done, Filipe.

  • mother!

    mother!

    ★★★★½

    This review may contain spoilers. I can handle the truth.

    Spoilers. Vêm aos pontapés nas próximas linhas, pelo que se sugere cautela ao leitor mais coca-bichinhos. Ou não, pois pela primeira vez na minha conturbadíssima carreira cinéfila - a tal que mete o Van Damme na mesma prateleira do Fritz Lang - sinto que seria fundamental seguir para um filme com umas guidelines do que se vai passar a seguir. Mas já lá vamos. Há duas maneiras de apreciar "Mãe!", a mais recente experiência do magnânimo Darren Aronofsky, nova-iorquino responsável…