Marcelo Miranda has written 28 reviews for films rated ★½ .

  • Firestarter

    Firestarter

    Apenas ouçam a trilha sonora do John Carpenter e tá tudo certo.

    open.spotify.com/album/5xV4QPhMXZjNbwM05Ng9gX?si=5jl1t4hwTE6XHzAJ2-iAcA

  • Morbius

    Morbius

    Tem alguma coisa bem esquisita acontecendo aqui que passa especialmente pela negação do bom gosto a que os filmes Marvel se notabilizaram, o que acaba sendo bem mais positivo do que pode parecer. Na real há um filme de ação/horror interessante de acompanhar que não acontece por alguma treta interna: claramente a picotagem (aka montagem) indica isso. Os efeitos visuais de rastros coloridos levam o filme prum visual de boate a céu aberto e alguns absurdos do CGI (um hadouken…

  • The Scorpion with Two Tails

    The Scorpion with Two Tails

    Chega a ser meio triste ver o Sergio Martino empurrando esse filme até as raias do possível, numa direção sem energia que dá a sensação de quatro horas de duração (e são apenas 1h40) sem muita coisa interessante pra ver ou descobrir. Existe aqui e ali alguma vontade de criação, mas, sejam por condições de produção ou de execução, ficou tudo anódino e é difícil chegar menos que entediado até o final.

  • Texas Chainsaw Massacre

    Texas Chainsaw Massacre

    Ser sequência do original (só mais uma) e retomar a personagem do original (de novo) foi só isca do marketing, porque o filme é totalmente outra coisa. Isso é bom e dá algum frescor, especialmente nos tempos atuais em que qualquer retomada de franquia aparece na base da nostalgia, da memorabilia e do afago no espectador de ontem e de hoje. Isso não acontece aqui, apesar da inserção completamente estapafúrdia (numa caricatura péssima de Laurie Strode 2018 wanna be) da…

  • Belfast

    Belfast

    Tem alguns momentos bonitos, mas tudo é tão embrulhado pra consumo fast food que nada fica retido na mente nem no olhar. O filme se desenvolve numa série de pequenas cenas quase autocontidas e talvez fosse mais estimulante se ele largasse mão dos arcos dramáticos e investisse na força dos momentos, mas aí precisaria ser outro filme, e o Branagh precisaria ser muito mais radical do que é.

  • Leatherface: The Texas Chainsaw Massacre III

    Leatherface: The Texas Chainsaw Massacre III

    Mais que uma suposta sequência do primeiro filme (a primeira de várias que são feitas até hoje tentando seguir de onde o TCM do Tobe Hooper parou, revelando a dificuldade patológica de deixar que aquele final perfeito seja... um final), esse aqui é um mal disfarçado remake do original com a cara do que seria o mau cinema de horror dos anos 1990: um destrambelho de situações, setpieces desajambradas e interferências comprometedoras de produtores que não queriam correr riscos. Jeff…

  • A Colônia

    A Colônia

    Existem desejos muito fortes pelo registro, pelo encontro, pela revelação do passado e dos rostos e histórias de quem atuou nesse passado, mas o filme não encontra, de fato, o equilíbrio entre esses desejos. Entre Eduardo Coutinho e Adirley Queirós, algo escapa especialmente na estrutura geral, e resta mais a solidariedade com a crueza dos acontecimentos do que uma forma que a organize de alguma maneira pra além da vontade.

    Visto na 25a Mostra de Cinema de Tiradentes.

  • The Werewolf Versus the Vampire Woman

    The Werewolf Versus the Vampire Woman

    Tem lobisomem, tem vampiro, tem zumbi, tem bruxa, tem Satanás, tem Paul Naschy e tem muita falação. É ruim, mas é bom. Saiu em dvd pela Versátil como "A Sombra do Lobisomem" no box "Lobisomens no Cinema volume 2".

  • Venom: Let There Be Carnage

    Venom: Let There Be Carnage

    Quase sempre desastroso, mas o simbionte vagando melancólico e colorido na balada certamente é a grande cena do filme.

  • The Conjuring: The Devil Made Me Do It

    The Conjuring: The Devil Made Me Do It

    Pastiche de uma franquia que já era um pastiche. Até o elenco parece constrangido aqui.

  • Mortal Kombat

    Mortal Kombat

    Mais uma vítima da obsessão contemporânea de Hollywood em fazer as coisas terem "sentido" dando subsídio e "explicação" pras fantasias mais delirantes, num misto de busca por legitimação/seriedade com total falta de senso de imaginação. O fato de o videogame ser uma maluquice ajuda que o filme tenha momentos inspirados, mas parece que a produção fica o tempo inteiro puxando a corda em sentido contrário. É inevitável pensar na versão de 1995, vinda de um outro tempo e que apostava alto na despirocação mais livre. Quando essa nova versão perde um pouco de controle, ela fica melhor. Mas acontece pouco.

  • Godzilla

    Godzilla

    Tem humano e chuva demais.