• Anna and the King

    Anna and the King

    ★★★

    É muito improvável pensar em Jodie Foster no papel de Anna, eternizada na pele de Déborah Kerr e Irene Dunne, mas funcionou. Talvez o maior problema desse filme seja não acrescentar muita coisa como uma nova versão da obra de Margaret London e nem ter a mesma grandiosidsde do musical de 1956, mesmo com bons figurinos e ótimas locações.

  • Rubber

    Rubber

    ★★★½

    Só essa introdução hilária já valeria uma sessão inteira.

  • My Masterpiece

    My Masterpiece

    ★★★½

    Não acho a ideia central muito inovadora, inclusive já vi semelhantes em novelinhas aqui no Brasil, mas Gastón Duprat tem o seu diferencial. Seus filmes são inteligentes, acessíveis, divertidos e com um humor ácido, aqui fazendo uma crítica ao mundo das artes. É um nome pra sempre ficar de olho.

  • Hello, Dolly!

    Hello, Dolly!

    ★★★★

    O roteiro é bem simples, mas a grandiosidade e animação dos números musicais contagia. Agora, acredito que Dolly deveria ser adaptado com Carol Channing. Amo Barbra, mas essa personagem é quase um nada na carreira dela e muitas vezes some em cena ao lado do ótimo timing de Matthau e da "fofura" do casal Cornelius e Irene, o grande destaque da produção.

  • Tolkien

    Tolkien

    ★★★

    É a segunda biografia dirigida por Dome Karukoski (a outra foi Tom of Finland) que assisto em um curto intervalo de tempo e por incrível que pareça em termos de comparação acabo ficando com Tolkien. O que mais me incomodou na primeira é a forma convencional que ele conta a história de alguém conhecido pela subversividade. Já aqui, realmente não acredito em más intenções por parte dos autores e decidi embarcar na onda de ver a obra como um romance…

  • Red Joan

    Red Joan

    ★½

    É triste você assistir um filme que é absolutamente nada e no final só restar a sensação de tempo perdido. A direção é burocrática, o roteiro é didático, os personagens são apáticos e o romance é desinteressante. Poderia até citar como ponto positivo Judi Dench, mas esse filme também é um nada na sua filmografia, além se tornar praticamente uma coadjuvante de luxo em cena.

  • Tokyo Sonata

    Tokyo Sonata

    ★★★★

    Conheço Kurosawa pelos filmes de gênero como "Pulse" e "Before We Vanish", tanto que esse drama familiar que começa com toques de Ozu/Kore-eda me pegou de surpresa. Os cinquenta minutos finais caminham para uma melancolia e tristeza arrasadoras, provando a versatilidade e talento do diretor que consegue abordar os problemas da atualidade de diversas formas.

  • Long Way Home

    Long Way Home

    ★★★★

    O carisma e a naturalidade com que Grace Passô atua é impressionante. Essa mulher é um dos maiores achados do cinema brasileiro nessa década.

  • Lingering

    Lingering

    ★★★

    "Se não tem nada para dizer, é melhor deixar quieto. Devemos respeitar o silêncio."

    Poucos diálogos, muitos sentimentos ocultos e uma atuação cuidadosa de Irandhir Santos, se firmando como um dos maiores nomes do cinema brasileiro atual.