Fernanda Mendonça

Fernanda Mendonça

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  • Jeanne Dielman, 23, quai du Commerce, 1080 Bruxelles
  • Twenty Years Later
  • The Passion of Joan of Arc
  • Love for Sale

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  • Under the Silver Lake

    ★★★½

  • Our Mother was an Actress

    ★★★★

  • Society of the Snow

    ★★★

  • Alien Nights

    ★★½

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  • Our Mother was an Actress

    Our Mother was an Actress

    ★★★★

    Ver as personagens-humanas de dona Zezé no cinema sempre me tocou. De todas, ela é a maior. Uma homenagem afetuosa que celebra sua existência em frente e por trás das câmeras.

  • Mariner of the Mountains

    Mariner of the Mountains

    ★★★★½

    As imagens, captadas sem a intenção prévia de servir ao texto (semelhante ao que fez em Viajo porque preciso…), servem para desestabilizar as predefinições e expandi-las no encontro com pessoas e espaços, paradoxalmente estranhos e íntimos. Karim executa um exercício de micropercepção ao se aproximar de rostos masculinos de crianças, adultos e anciãos querendo talvez neles se encontrar, como se fossem sua própria imagem refletida no espelho. O corpo vivente e viajante do diretor se transmuta, apesar de raramente se…

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  • Araby

    Araby

    ★★★★★

    O despertar é individual, mas o sentimento é coletivo: “queria puxar meus colegas pelo braço” e “falar no ouvido de cada um”, divaga Cristiano. “Arábia” não quer contar a história de um personagem, mas de uma classe explorada, de homens que são resumidos a sua força de trabalho e de um povo encurralado pelo poder.

    Texto completo: www.assistebrasil.com.br/2018/04/arabia-jornada-do-trabalhador-que-escreve/

  • Ema

    Ema

    ★★★★

    Um dos méritos do filme é apresentar uma protagonista "antipática", que transmite frieza seja no cabelo descolorido seja nas relações líquidas, contrariando o padrão da personagem feminina que peca, chora e se culpa. Essa característica não a torna apática, e sim complexifica. A expressão de Ema está no corpo, em movimento, com intensidade, que se mostra e pede para ser olhado; está nos gestos desobedientes, como no atear fogo (no sentido literal e também simbólico). Larraín desenvolve a narrativa numa interseção entre drama e thriller, acrescentando tons de neon-realismo para transmitir artificialidade, efemeridade e volatilidade típicas do mundo contemporâneo.

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