Miguel Fernandes

Miguel Fernandes

19 anos | Estudante de Comunicação | Escrevo para a revista Imagem e Palavra.

Favorite films

  • Sunrise: A Song of Two Humans
  • Journey to Italy
  • The Tall Men
  • Imitation of Life

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  • The Exorcist

  • Seven Samurai

  • Boyfriends and Girlfriends

  • Changing Landscapes

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  • Nadja in Paris

    Nadja in Paris

    Ainda vi pouquíssimo da filmografia de Rohmer, mas eu anteciparia que ver alguns dos seus filmes é o mesmo que me abster de toda a turbulência do dia a dia, sentar-me numa cadeira diante de uma pessoa totalmente sábia, erudita, e, da maneira mais calma e serena possível, conversar com ela sobre a vida. Foi mais ou menos isso que senti vendo Nadja em Paris — e foi maravilhoso. Espero não ter que me contradizer.

  • Spider-Man: No Way Home

    Spider-Man: No Way Home

    Já fazia algum tempo que eu vinha flertando com a possibilidade de escrever algo, ainda que “rascunhoso” ou lacunar, sobre o Universo Cinematográfico Marvel. Estreou-se o novo Homem-Aranha, e, após algumas semanas em cartaz – com as salas ainda cheias –, fui ao cinema junto de meu pai para assisti-lo. Surge então a oportunidade de escrever alguma coisa.

    Meus amigos mais próximos – aqueles com quem, em 2019, a cada lançamento eu ia ao cinema – sabem como fui fã…

Popular reviews

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  • Old

    Old

    Por mais que me tenha parecido muito claro, ainda não vi ninguém relacionando Old com o contexto em que foi lançado. Falo da pandemia e como nossa percepção temporal foi afetada — a minha ao menos foi.

    Na verdade eu nem parei pra pesquisar se o Shyamalan havia idealizado isso antes da eclosão da pandemia ou se a idealização do filme se deu durante esse contexto. Mas, de qualquer forma, se for o caso da primeira hipótese, eis aqui uma curiosa obra do acaso.

    Enfim, deixo esse comentário aqui por ora. Talvez eu escreva algo mais elaborado depois.

  • Stromboli

    Stromboli

    Caro senhor Rossellini, vi seus filmes Roma, Cidade Aberta e Paisà e gostei muito deles. Se precisar de uma atriz sueca que fale inglês muito bem, não esqueceu o alemão, ainda não é muito inteligível em francês e de italiano só sabe Ti amo, estou pronta para fazer um filme com o senhor”.

    Ingrid Bergman