Minha única terra é na lua ★★★★½

Basicamente cinema paulistano atualizando “Diálogo de Sombras”, do Straub e da Huillet. Parte de um elemento simples e essencial (plano e contra-plano) pra tirar dele todo um encadeamento muito profundo e sugestivo do seu autor. Cinema que sublima uma perspectiva pessoal e cura o real pelo místico.

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