• Elevator to the Gallows

    Elevator to the Gallows

    ★★★½

    Miles Davis e um noir de erros. Ascensão social interrompida. Tudo de bom.

  • Drive My Car

    Drive My Car

    ★★★★★

    Em Drive My Car (2021), o escopo é diferente, tendo-se uma história única dividida em duas partes. Sendo uma adaptação do conto homônimo de Haruki Murakami, algo dos temas do autor japonês naturalmente traduz-se para o filme. A morte de pessoas amadas persiste nos vivos, e as mulheres típicas do autor também. Talvez o maior símbolo do material original seja o da personagem de Oto Kafuku (Reika Kirishima), uma personagem com olhar profundo e sensual que parece em partes iguais…

  • Manguebit

    Manguebit

    ★★★

    O que estava sendo cozinhado no forno quente da realidade urbana na qual viviam milhares de jovens no Recife durante os anos 90? A alcunha de “quarta pior cidade do mundo para se viver” enchia a boca de muitos jovens em pleno rebuliço diante da situação vivida por todos na cidade. É nesse contexto que se constrói o documentário Manguebit, filme dirigido por Jura Capela, que se propõe a rememorar e refletir sobre um momento único da música pop brasileira.

    Texto completo no link: www.biomboescuro.com.br/manguebit-texto/

  • A Hero

    A Hero

    ★★★½

    Em mais uma encarnação de seu naturalismo dramático, o diretor iraniano Asghar Farhadi entrega em Um Herói (2021) um filme que utiliza-se da realidade de seu país para elaborar sobre um tema universal da modernidade. A ascensão e a queda de Rahim (Amir Jadidi), um homem encarcerado por excesso de dívidas, separam o filme em duas partes perfeitamente complementares. Quando um sistema corrompido se apropria de um ato de valor, ele o distorce a ponto de esvaziar qualquer nobreza que possa restar nele.

    Texto completo em: www.biomboescuro.com.br/um-her%C3%B3i-texto/

  • Mariner of the Mountains

    Mariner of the Mountains

    ★★★½

    Em seu mais novo filme, Marinheiro das Montanhas (2021), o cineasta Karim Aïnouz relata num diário multilinguístico uma viagem em direção a seu passado. Utilizando-se de uma estrutura não estranha a sua filmografia, como no similarmente multi facetado Viajo Porque Preciso, Volto Porque te Amo (2009), Karim constrói uma narrativa a partir de um diário de viagem, na sua primeira visita ao país de origem de seu pai, a Argélia - mais especificamente na região montanhosa da Cabília. É o retorno para uma casa que ele nunca conheceu.

    Texto completo aqui: www.biomboescuro.com.br/marinheiro-das-montanhas-texto/

  • Creepy

    Creepy

    ★★★★½

    The amount of shivering scenes in this makes for one of the more worthwhile horrors of the past decade

  • Werewolves Within

    Werewolves Within

    ★½

    Other than the writing and art direction, every aspect of this movie is not as stylized as it should be. Bland cinematography, editing and performances don't deliver much and the movie misses its mark.

  • Halloween Kills

    Halloween Kills

    ★★★½

    Bem divertido. O Gordon Green utiliza muito bem o universo ficcional do filme original, cria cenas com bastante força simbólica e oferece sequências decentes de horror slasher. Acho que não tem mais muito o que pedir de um filme de franquia e de gênero.

  • Hey, You!

    Hey, You!

    ★★★

    Pretty vibrant dysmorphic drawings. This is both times unsettling and psychedelic. Very cool use of aspect ratio also, so nice.

  • No Time to Die

    No Time to Die

    ★★★½

    I liked this movie, even though it has some problems that bothered me. I think that Bond movies tend to be their strongest when they delve deeply into the novelty of the whole thing. Realism is the farthest thing a Bond movie should aim for. Fukunaga understands this, but isn't always successful in involving the sheer crazyness of some things that are happening with that fantastical feel that the action of the series is known for. The nostalgia pack ride…

  • Golden Hour

    Golden Hour

    ★★★½

    Cute heartwarming film

  • Bigorno fume l'opium

    Bigorno fume l'opium

    ★★

    Bad anti drug propaganda