Vitor Torga

Brian De Palma é o diretor favorito do seu diretor favorito. Vasco da Gama.

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  • Tabu
  • Only Angels Have Wings
  • Blow Out
  • Peking Opera Blues

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  • Star Wars: Episode III - Revenge of the Sith

    ★★★★★

  • Star Wars: Episode II - Attack of the Clones

    ★★★★½

  • Star Wars: Episode I - The Phantom Menace

    ★★★½

  • Return of the Jedi

    ★★★★½

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  • GoodFellas

    GoodFellas

    ★★★★★

    Chega a parecer experimental às vezes, essa dissecação semiteatral absurda. Claro que dá pra ver como uma série de coisas imita e puxa muito desse filme e só torna mais ridículo o quanto absolutamente nada parece com isso. É só muito legal ter a sorte de ver um sujeito extremamente talentoso colocar toda a genialidade em cima de algo que ele conhece tanto e consegue tornar tão acessível. Vocês têm noção do quão bom um filme tem que ser pra…

  • The Batman

    The Batman

    ★★★½

    Primeira metade é incrível mesmo, principalmente porque o filme ainda não chega na parte em que começa a questionar o papel do Batman na sociedade e essas trelas. Basicamente tudo que acontece depois da captura do Charada é esse grande comentário sobre a vigilantismo que além de reacionário (é o Batman), é derivativo (é o Batman). Muitos comentários sobre como é um sopro de ar fresco um blockbuster de grande estúdio com grandes nomes ter tanta personalidade (em todos os…

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  • A Dog's Will

    A Dog's Will

    Ontem fiquei sabendo que vários brasileiros estão entrando na plataforma Letterboxd para avaliar o filme O Auto da Compadecida em 5 estrelas no intuito de irritar os usuários norte-americanos, que aparentemente não gostam do filme e não entendem sua genialidade. Não tenho nada contra zoação de internet, ainda mais com estadunidense com síndrome de superioridade, mas expressei que acho meio bobo tratar um filme cheio de atores sudestinos forçando sotaque e reforçando o imaginário do nordeste como um ambiente deserto,…

  • I'm Thinking of Ending Things

    I'm Thinking of Ending Things

    Mais e mais esses filmes psicointrospectivos de festivais e streaming norte-americanos me parecem filmes de terror dos anos 60 à 80 lavados na água sanitária. Estruturalmente carregam muitas das mesmas temáticas e alegorias: sobre o papel da mulher na sociedade ou em um relacionamento heterossexual, tensão em ambiente fechado aliviada por um susto em forma de perturbação espacial e um clímax físico ou macabro/bizarro. Mas até aí sem problemas. Problema mesmo é sua noção de opressão ou idealização feminina se…